quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Vídeo Apócrifo Reloaded

video

Obrigado Marco Amaral

Músicas do Teatro do Azeite para Não És Beckett Não És Nada e O Pecado de João Agonia

Música criada a partir do Caprice 24º de Paganini com o último sacramento "Unção dos Enfermos". Para o espectáculo Não és Beckett Não és Nada. Criação de Miguel Raposo:




Música criada a partir de texto de Bernardo Santareno inserido na obra "O Pecado de João Agonia". Composição de Pedro Filipe Oliveira, Interpretação de Miguel Raposo:

O Pecado de João Agonia - Folha de Sala


sábado, 21 de novembro de 2009

O Pecado de João Agonia

E assim estreámos a nossa terceira produção. Esteve em cena de 19 a 21 de Novembro de 2009, em Santarém, integrado no mês de Santareno.

Este espectáculo está disponível para digressão em 2010, ano em que se assinala o 90º aniversário de Bernardo Santareno e os 30 anos da sua morte.

domingo, 30 de agosto de 2009

Não és Beckett, Não és Nada - Estreia dia 8 de Setembro, no Teatro da Comuna





















É já no dia 8 de Setembro que o Teatro do Azeite estreará o espectáculo “Não és Beckett, não és nada ou espera apócrifa reloaded”, uma paródia beckettiana de Armando Nascimento Rosa. O espectáculo resulta de uma encenação colectiva sob a direcção artística de Carlos Malvarez e estará em cena até dia 27 do mesmo mês, de terça a domingo, pelas 21h30.


Em 2009, assinalando os 20 anos do falecimento de Samuel Beckett (1906-1989), e, curiosamente, os 50 anos da estreia portuguesa de “À espera de Godot” (ocorrida em 18/4/1959, no Teatro da Trindade, com encenação de Ribeirinho) o Teatro do Azeite irá levar à cena este texto nunca antes representado, numa versão nova que o autor destinou para o colectivo (e com o qual irá colaborar em situação interactiva durante o processo de ensaios), agora com o título “Não és Beckett, não és nada ou Espera Apócrifa reloaded”, que será publicada pela editora Apenaslivros, no momento da respectiva estreia na Comuna – Teatro de Pesquisa.

Não és Beckett, Não és Nada
Ou Espera apócrifa reloaded

Texto: Armando Nascimento Rosa
Direcção Artística: Carlos Malvarez
Elenco: Carlos Malvarez, Pedro Oliveira, Miguel Raposo, Carla Gomes
Cenografia, Figurinos e Desenho de Luz: Hugo F. Matos
Operador técnico: Luís Tostas
Design Gráfico: Paulo Lopes
Produção: Salomé Ângelo
Comunicação: Sílvia Almeida
Acolhimento: Cendrev, Teatrão, Festival Internacional de Teatro de Albufeira

domingo, 25 de janeiro de 2009

Depois da Sociedade Guilherme Cossoul - PORTO - Teatro Latino


DEPOIS DE TRÊS DIAS DE SUCESSO NA SOCIEDADE GUILHERME COSSOUL, ONDE FOMOS RECEBIDOS DA MELHOR FORMA, ESPERA-NOS O NORTE


Últimas apresentações MALAS - ARTES

TEATRO LATINO Porto (Teatro Sá da Bandeira)
30 31 JAN – 21h30

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Um pouco mais...folha de sala.




A realidade do Azeite em página de Jornal


Um excerto de "Malas Artes"

Malas_Artes












O ponto de partida - Conto: "Pedro das Malas- Artes"


Pedro das Malas-Artes
Esta história faz parte de um antigo manual de Língua Portuguesa Selecta do 5º ano e que está repleto de contos de todos os tipos. Gostei muito dela pois faz parte do património oral português (a minha avó contava-ma na minha infância) e é muito engraçada. A recolha para a construção desta versão foi efectuada pelo famoso escritor português Teófilo Braga. Aqui a transcrevo:

" Uma pobre mulher tinha um filho, que era assim atolado, e porque nunca fazia nem dizia nada acertado chamavam-lhe o Pedro das Malas-Artes. A mulher não tinha senão aquele filho, e por isso estimava-o. Um dia trouxe a mulher para casa uma teia de linho, que tinha deitado, e disse:
- Este pano é para nós taparmos os nossos buraquinhos.
Assim que a mãe saiu, e se demorou na missa, o filho foi à tela de linho, cortou-a em bocadinhos e começou a metê-los pelos buracos das paredes do casebre. Quando a mãe chegou, ele disse-lhe muito contente:
- Mãe, olhe como estão tapados os nossos buraquinhos.
A mãe conheceu a tolice, lamentou os seus pecados e fê-lo prometer que nunca mais tornaria. No dia seguinte disse ao filho que fosse à feira comprar um bácoro e o trouxesse para casa. Esperou, esperou, e como o filho não acabava de vir, foi a ver se o encontrava; achou-o caído no chão com o porco em cima de si, porque tinha entendido que o havia de trazer às costas, e ele era bastante pesado. A mulher chorou, afligiu-se e explicou:
- Isto traz-se para casa, com um cordelzinho amarrado pelo pé, e toca-se para diante com uma varinha.
Pedro das Malas-Artes ouviu aquilo para seu governo; passados dias, a mãe mandou-o que fosse à feira comprar um cântaro. Quando ele chegou a casa trazia só a asa.
- Que é isto, Pedro? Onde está o cântaro que te mandei buscar?
Disse ele à mãe:
- Amarrei-lhe um cordelzinho pela asa, e toquei-o para diante com uma varinha; fiz como minha mãe me disse no outro dia.
A mãe tornou a lamentar-se e disse-lhe:
- Se tu tivesses tido juízo, trazias o cântaro na mão, ou então entre palha, nalgum carro que viesse para as nossas bandas.
Vai disto mandou-o a uma loja comprar um vintém de agulhas; como ia passando um carro de palha aproveitou a ocasião e despejou as agulhas entre a palha. Chega a casa, e a mãe pergunta-lhe pelas agulhas.
- Vêm aí no carro da palha do nosso vizinho; botei-as lá como minha mãe me disse no outro dia.
A mãe já estava cansada de tanta tolice, e já tinha medo de o mandar a algum recado. Um dia comprou tripas para guisar para o jantar e disse a Pedro das Malas-Artes:
- Vai ali à beira do rio lavar essas tripas, e não mas tragas cá sem que estejam bem limpas.
- Mas como é que hei-de saber que as tripas estão limpas?
- Pergunta a alguém, que te diga.
Foi Pedro das Malas-Artes lavar as tripas; lavou, tornou a lavar e, como não passava ninguém, lavava que lavava. Até que ao longe viu vir um barco à vela e a remar, porque havia calmaria, e pôs-se a acenar e a chamar. A gente do barco, pensando que era algum passageiro, abicou à praia, lutando contra a corrente, quando Pedro das Malas-Artes perguntou:
- Olhem lá: os senhores dizem-me se estas tripas já estão bem lavadas?
A gente do barco ficou desesperada, saltaram em terra, deram-lhe muita pancada e disseram por fim:
- O que tu deves dizer é que sopre muito vento.
Foram-se embora. Pedro das Malas-Artes ia para casa, e aconteceu passar por um campo onde se andava ceifando o trigo e armando as paveias, e começou a dizer:
- O que é preciso é que sopre muito vento, que sopre muito vento.
A gente que andava ceifando ficou desesperada, e vieram bater-lhe, dizendo:
- Ó maroto, não sabes que o muito vento nos espalha o trigo todo? O que é preciso é que não caia nenhum.
E deixaram-no ir-se embora. Foi-se Pedro, e passou por um campo onde estavam uns homens armando uma rede para apanhar pássaros, e começou a dizer.
- O que é preciso é que não caia nenhum, que não caia nenhum.
Vêm os homens da rede, bateram-lhe muito, e clamaram:
- O que tu deves dizer é que assim haja muito sangue.
Passa Pedro por um caminho onde estavam dois homens engalfinhados brigando, e outros também querendo apartá-los, e entra a dizer em altos gritos:
- Assim haja muito sangue, assim haja muito sangue!
Já se sabe, vieram ter com ele e deram-lhe muitas pancadas e disseram-lhe:
- O que tu deves dizer é que Deus os desaparte, Deus os desaparte.
Vai-se Pedro das Malas-Artes por ali adiante, quando vinha um grande acompanhamento com um noivo e noiva que acabavam de se casar. Começou ele:
- Assim Deus os desaparte, assim Deus os desaparte!
Os convidados deram-lhe muita pancada e disseram:
- Ó homem, o que tu deves dizer é que destes cada dia um.
Indo mais para diante, encontra o enterro de um homem muito estimado na terra, e entra a bradar:
- Destes cada dia um, cada dia um!
A gente que vinha no enterro não teve mão que lhe não batesse muita pancada, e disseram-lhe:
- O que você deve dizer é que Nosso Senhor o leve direitinho para o céu.
Vai mais adiante, e vinha passando um baptizado, e começa Pedro das Malas-Artes:
- Nosso Senhor o leve direitinho para o céu!
Os padrinhos da criança tomaram aquilo por mau agouro e desancaram Pedro das Malas-Artes, que botou a fugir e, se não chegasse a casa, ainda andava a levar pancadas por esse mundo...

Um pouco de nós, pelo encenador...



Notas do Encenador
Malas-Artes é uma adaptação criativa do conto popular português Pedro das Malas-Artes, que conta a história de um menino que levava sempre pancada porque aplicava os conselhos que lhe davam nos lugares mais impróprios.
Para o Teatro do Azeite, o Teatro é um acto de comunhão cultural, social e espiritual, tal como as tragédias na antiga Grécia, em que a catarse tinha como objectivo tornar os cidadãos cada vez melhores. Partilhar o que nos emociona, o que nos faz revoltar, o que nos move, o que nos faz desistir, o que ainda nos faz acreditar. Não se trata de rol de confissões pessoais exposto em cena, mas sim um convite à comunhão do que há de mais verdadeiro em cada um de
nós, através de uma comunicação dinâmica entre movimento, música, palavra e espectador (es). Um teatro onde o reverso da medalha da vida acontece.
Este espectáculo é o resultado de várias horas de improvisação durante um mês, incluindo uma residência artística em Ílhavo. A música teve um papel primordial na condução dos improvisos. Como uma das premissas da companhia é um regresso à origem do teatro e da civilização, o resultado de Malas-Artes é uma celebração ritualista à vida.
Obrigado por celebrar connosco.

Malas-Artes...primeira colheita!


Sinopse
Malas-Artes é a primeira produção do Teatro do Azeite, cuja finalidade primordial é a apresentação das premissas estéticas da companhia. Formado por recém-licenciados pela Escola Superior de Teatro e Cinema, o Teatro do Azeite exprimirá com esta produção, uma filosofia inerente a toda a simbologia possível e imaginária que o Azeite representa. A partir do conto popular Pedro das Malas-Artes, recolhido por Teófilo Braga. Malas-Artes abordará temas de reflexão que caminham com a História da humanidade, com o (re) nascimento, a morte, a violência, a maternidade; sendo o tema central a inadequação da individualidade nos padrões sociais e culturais na sociedade contemporânea.



Ficha Artística

“Malas-Artes”,
ou manifesto para um Teatro do Azeite
a partir do conto popular Pedro das Malas-Artes, recolhido por Teófilo Braga


Encenação: Pedro Filipe Oliveira
Actores: Carlos Malvarez, Miguel Raposo, Sílvia Almeida
Figurinos e Adereços: Francisco Garcia
Operação de Luz: Luís Tostas
Vídeo e Fotografia: Miguel Godinho
Design Gráfico: Paulo Lopes
Produção: Salomé Ângelo, Sílvia Almeida


O início...Oliveira...um pouco de história!


HISTÓRIA E ESTÓRIAS

A oliveira, árvore mítica e símbolo da imortalidade, funde-se com a história, a tradição e a cultura dos povos mediterrânicos.
A sua origem, na sua forma primitiva, remonta à Era Terciária – antes do nascimento do homem – e situa-se, segundo a opinião de vários autores, na Ásia Menor, talvez na Síria ou Palestina, região onde foram descobertos vestígios de instalações de produção de Azeite e fragmentos de vasos datados do início da Idade do Bronze. O facto é que em todo o Mediterrâneo foram encontradas folhas de oliveira fossilizadas, datadas do Paleolítico e do Neolítico.
Actualmente pensa-se que a espécie à qual pertence a oliveira, a Olea europaea, tem uma origem híbrida, ou seja, é fruto do cruzamento de várias espécies. Entre os seus progenitores encontram-se a Olea africana, originária da Arábia e do Egipto, a Olea ferruginea, procedente da Ásia, e a Olea laperrini, abundante no Sul de Marrocos e nas Ilhas da Macarronésia.
Por volta de 3000 antes de Cristo, a oliveira era já cultivada por todo o “Crescente Fértil”. A dispersão desta cultura pela Europa mediterrânica ter-se-á ficado a dever aos gregos.
Os gregos e os romanos, grandes entusiastas e produtores de Azeite, eram igualmente pródigos a descobrir-lhe aplicações e, não contentes com as múltiplas utilizações que lhe davam na cozinha, utilizavam ainda o Azeite como medicamento, unguento ou bálsamo, perfume, combustível para iluminação, lubrificante de alfaias e impermeabilizante de tecidos.
Mais tarde, a cultura do olival espalhou-se pela bacia do Mediterrâneo e, com as expedições marítimas dos portugueses e espanhóis, a oliveira acabou por navegar até às Américas. Depois, onde as condições climatéricas lhe foram favoráveis, foi-se propagando um pouco por todo o mundo.

MITOS E LENDAS

Desde sempre, a oliveira tem estado associada a práticas religiosas, a mitos e tradições, a manifestações artísticas e culturais, a usos medicinais e gastronómicos. Na antiga Grécia, as mulheres, quando queriam engravidar passavam longos períodos de tempo à sombra das oliveiras. Da madeira das oliveiras faziam-se ceptros reais e com o Azeite ungiam-se monarcas, sacerdotes e atletas. Com as folhas faziam-se grinaldas e coroas para os vencedores.
A oliveira era considerada símbolo de sabedoria, paz, abundância e glória.
Os egípcios, há seis mil anos, atribuíam a Ísis, mulher de Osíris, Deus supremo da sua mitologia, o mérito de ensinar a cultivar a oliveira. Na lenda grega Palas Atenea, Deusa da paz e sabedoria, filha de Zeus, era para os Gregos a mãe da árvore sob a qual teriam nascido Remo e Rómulo, descendentes dos Deuses e fundadores de Roma, tendo feito brotar a oliveira de um golpe e, na sua grande bondade, ensinado o seu cultivo e o seu uso.
Por sua vez Minerva oferece aos romanos este presente divino, asilo também da divindade.
Cantaram a oliveira Homero, Esquilo, Sófocles, Virgílio, Ovído e Plínio:
“E com um ramo de oliveira o homem se purifica totalmente.”
Virgílio, Eneida
“Uma gloriosa árvore floresce na nossa terra dórica: Nossa doce, prateada ama de leite, a oliveira. Nascida sozinha e imortal, sem temer inimigos, a sua força eterna desafia velhacos jovens e idosos, pois Zeus e Atena a protegem com olhos insones”
Sófocles, Édipo
Em quase todas as religiões se fala da oliveira, árvore de civilizações longínquas, que tem lugar nos textos mais antigos:
- no "Génesis" a pomba de Noé traz no bico um ramo de oliveira para lhe mostrar que o mundo revive.
- No "Êxodo", Yaveh prescreve a Moisés a "Santa Unção" na qual o Azeite se mistura com perfumes raros.
- No horto de Getsemani vivem ainda oito grandes oliveiras que viram rezar, chorar e morrer Cristo.
- Também o Corão canta a árvore que nasce no monte Sinai e refere-se ao óleo que dela se extrai para ser transformado em luz de candeia “que parece um astro rutilante”.
Foi sempre património dos países mediterrâneos, mas hoje em dia encontra-se disseminada um pouco por toda a parte, desde a Argentina, Austrália, Chile, Estados Unidos da América, até ao Japão, México, China e República da África do Sul, entre outros.

O AZEITE EM PORTUGAL
O Azeite esteve sempre presente nos recantos da vida diária dos portugueses: na candeia do pobre e no candelabro do rico, na mesa frugal do camponês e nos solenes templos de velhos cultos.
Mítico, bíblico, romanesco e histórico, “o Azeite vem sempre ao de cima”. Enfrentou a nova verdade dos mercados selectivos e deixou de ser simplesmente o Azeite, para adoptar o berço de uma origem e assumir a identidade de uma marca.
Em Portugal, a cultura da Oliveira perde-se nos mais remotos tempos. Segundo rezam as crónicas, os Visigodos já a deviam ter herdado dos Romanos e estes, possivelmente, tinham-na encontrado na Península Ibérica. Por sua vez, os Árabes mantiveram a cultura e fizeram-na prosperar, sendo que a palavra Azeite tem origem no vocábulo árabe az-zait, que significa “sumo de azeitona”.
De facto, as primeiras manifestações da importância da cultura da oliveira em Portugal aparecem nas províncias onde a reconquista cristã mais tardiamente se realizou. É assim que os primeiros forais que se referem à produção olivícola dizem respeito às províncias portuguesas da Estremadura e do Alentejo.
Até finais de século XII, em Portugal, não é mencionada a cultura da oliveira nem o interesse económico da sua produção. Contudo, no século XIII, o Azeite já ocupa um lugar importante no nosso comércio externo, posição que manterá posteriormente, podendo afirmar-se que esta gordura era um produto muito abundante na Idade Média.
Mais tarde, são as ordens religiosas que, com o seu papel na revitalização da agricultura, dedicam especial atenção ao fabrico do Azeite. O “óleo sagrado” vai ter uma importância fundamental na economia do Convento de Santa Cruz de Coimbra, do Mosteiro de Alcobaça, da Ordem dos Freires de Cristo, da Ordem do Templo e da Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Resistente à seca, de fácil adaptação aos terrenos pedregosos, a oliveira tornou-se numa presença constante na agricultura portuguesa.

Acreditar.


Acreditamos que com o Teatro se contam histórias, se mostram paixões, se criam metáforas… Acreditamos num Teatro que eleve a alma e o coração, um Teatro que nos permita, independentemente, do que somos...criar! transbordar! Acreditamos no Teatro, como uma Arte que nos conta a formidável e terrível história dos Homens. Trata-se de aceitar, muitas vezes, que o programado deve ser esquecido para aceitar o que o presente nos propõe. Trata-se de procurar o pequeno para encontrar o grande, trata-se de perceber a necessidade urgente que temos, e em que ainda acreditamos, de dialogar com o nosso tempo histórico. Interrogando-nos, constantemente, sobre o papel, o lugar do Teatro e a sua capacidade de se/ nos representar, enquanto gente, enquanto Homens!


Por este motivo e tendo em conta que esta foi a forma que escolhemos para participar no mundo e na sociedade, acreditamos ser possível através deste meio/ veículo de comunicação e de intervenção chegar mais perto.


Acreditamos que a cultura bem temperada ganha novo sabor! Temperar sem Azeite?!! Que vos parece!?